domingo, 14 de outubro de 2012

Sem medo de falar...


Já fiquei horas e horas tentando entender porque ele só á queria quando estava bêbado só á chamava, agarrava e lembrava em seu momento de embriaguez .. Depois de 3 meses juntos e um termino de relacionamento bem conturbado, a convivência era algo inevitável e difícil de se suportar também. Olhar nos olhos e ver que a  pessoa vive sem você, dói bastante quando se gosta. Mais o que mais doía e á deixava confusa, era quando ele bebia demais. De longe, em vários lugares, ainda sóbrio reparava que ele á olhava (sim ela o olhava de rabo de olho), disfarçava, mas olhava, e reparava que ele agia de uma forma "engraçada", mas nada anormal. E ai vinham os amigos, muita bebida, som e então o meio e fim de noite.. Onde quando ele não á beijava no meio das pessoas queria ela só para ele, na intimidade de um amor as escuras, um amor proibido... mais não havia amor, e era sexo, era toque, eram gemidos, eram gritos, era prazer... Não dá para explicar o que se passava ali, mais ela gostava, achava bom, intenso. Porém, quando acabava, era como se tudo voltasse ao seu lugar e nada tivesse ocorrido, não existem mensagens no dia seguinte, nem ligações e nem lembrança alguma. Era como se o que acontecesse entre aquelas 4 paredes não saíssem de la jamais! Dai, aquele sentimento ardente que queimava e transbordava de prazer simplesmente se esvaziava, esfriava (...) Se era amor não se sabe! Se era prazer não se sabe também! Sinceramente não para explicar o que eram aqueles momentos, o que se sabe, é que existe alguma coisa ali, que mesmo depois de tudo ter terminado, ainda faz unir, entre-lassar, fazer com que um deseje ao outro sem falar, um procure o outro sem perceber, faz um querer o outro, mais não entender o porque! 




#BOANOITE!

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